Empresário reconhecido pelo diálogo fácil e relacionado a temas inspiradores, Dilor de Freitas estimulou a criação do polo cerâmico, no Sul, e da vinicultura, na Serra catarinense.
Ele começou a trabalhar muito cedo, formou-se em direito em São Paulo com idade adulta, tinha invejáveis talentos e qualidades, era de diálogo fácil com temas inspiradores e apreciava o que é uma unanimidade masculina: boa gastronomia, arte de qualidade, viagens, conversas enriquecedoras, tributos às mulheres e o prazer de receber bem. Ele foi um catarinense muito à frente de seu tempo.
Personagem que criou um novo ciclo do desenvolvimento de Santa Catarina na criação de um polo cerâmico no Sul e na vinicultura na região de São Joaquim.
Manoel Dilor de Freitas, nascido em Criciúma em 29 de março de 1936, se estivesse vivo, estaria completando 90 anos neste domingo. Ele morreu aos 68 anos, no dia 25 de agosto de 2004, vítima de infarto, em São Paulo.
Era filho do empresário Diomício Manoel de Freitas, figura central na indústria carbonífera e da comunicação social no Sul catarinense, vereador em Criciúma e deputado federal, homenageado com a principal avenida que dá acesso ao antigo Aeroporto Hercílio Luz. Dilor de Freitas tinha o dom do empreendedorismo aprimorado por suas habilidades pelo trabalho, pelas viagens e pela criatividade. Foi a convivência com o meio empresarial e o exemplo do pai que despertaram suas vocações.
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